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| Flaco Lopez jogador do Palmeiras durante partida contra o Remo no estádio Mangueirão pelo campeonato Brasileiro A 2026. Foto: Fernando Torres/AGIF |
O empate entre Remo e Palmeiras pelo Campeonato Brasileiro segue repercutindo nacionalmente. Após o gol anulado nos acréscimos do segundo tempo, a diretoria do clube paulista passou a avaliar medidas jurídicas e até uma possível tentativa de anulação da partida disputada no Mangueirão, em Belém.
A principal reclamação do Palmeiras envolve o lance que terminou com Bruno Fuchs balançando as redes nos minutos finais. O árbitro Rafael Klein anulou o gol após revisão do VAR, apontando toque de mão de Flaco López na origem da jogada. A decisão gerou revolta imediata nos jogadores, comissão técnica e dirigentes do Verdão.
Após a partida, o diretor de futebol Anderson Barros afirmou que a regra da IFAB teria sido aplicada de forma incorreta. Segundo o dirigente, o toque no braço do atacante palmeirense foi acidental e o gol teria sido marcado por outro jogador, situação que, na interpretação do clube, não deveria invalidar o lance.
Especialistas em arbitragem também divergiram sobre a decisão. A comentarista Renata Ruel, da ESPN, avaliou que o gol deveria ter sido validado, aumentando ainda mais a discussão nas redes sociais e nos bastidores do futebol brasileiro.
De acordo com veículos nacionais, o departamento jurídico do Palmeiras estuda levar o caso ao STJD para discutir uma possível anulação da partida. Apesar disso, especialistas apontam que situações envolvendo interpretação da arbitragem raramente resultam em mudança do resultado de campo.
A CBF também divulgou o áudio do VAR da partida, reforçando os argumentos utilizados pela arbitragem para invalidar o gol. Mesmo assim, o episódio aumentou a pressão sobre a entidade e reacendeu o debate sobre os critérios de interpretação do VAR no futebol brasileiro.
Reviewed by adm
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maio 11, 2026
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